Família

 
 

 

 
 

Alguns brasões atribuídos à família Vidal.    

A linhagem Vidal é nativa de Aragão, donde passou por Catalonia, Rosellón, Valença e Maiorca. Encontrando seus descendentes nas montanhas de Burgos, Galícia, Murcia e Andaluzia. Vários de seus descendentes passaram por Porto Rico, Cuba , Argentina, Brasil.

Provou em tempos remotos a nobreza deles/delas nas Ordens de Santiago, Montanha e San Juan de Jerusalém; antes do Real Chancillerías de Valladolid e Granada; na real Companhia de Guardas Marinhos e antes da Real Audiência de Oviedo.

Gostou desta curiosidade sobre o nome Vidal que pesquisei na internet. Mas como sou totalmente brasileiro, e não dou a mínima de onde saiu este meu sobre nome, vou falar sobre as misturas de raças do Brasil a qual incluo minha família.

Nos 500 anos desde que os portugueses aportaram aqui, o cruzamento de etnias tão diferentes foi tão intenso que é quase impossível encontrar um brasileiro que não tenha em seu código genético gene africano ou ameríndio.

Apesar da sua enorme diversidade, a população brasileira já apresenta em sua média uma característica genética bem própria. Essa é a conclusão de uma pesquisa científica cujos detalhes ainda são mantidos em sigilo porque precisam ser publicados em uma revista científica para ter validade.

Mas, segundo o coordenador da pesquisa que analisou amostras genéticas de variados pontos do País, mais de 80% dos brasileiros têm em seu código genético DNAs mitocôndrias africanos ou ameríndios herdados por alguma antepassada da mãe, e mais de 90% têm cromossomos Y europeus herdados de pai para filho ou filha desde algum momento da árvore genealógica.

A razão é simples, confirmando o sociólogo e escritor Gilberto Freyre (autor de Casa grande e senzala, de 1933), a miscigenação aqui é antiga. Quando os portugueses vieram colonizar o Brasil não trouxeram suas mulheres com medo do ambiente selvagem e acabaram tendo filhos com nativas ou escravas africanas.

Desde então, a miscigenação tem sido tão comum que nas amostras analisadas pela equipe, a que tinha o maior número de genes africanos foi colhida de um rapaz loiro de olhos azuis. "Portanto, se a individualidade genética é realmente alta em todo o mundo, aqui ela é maior ainda, como mostra a diversidade estampada no rosto da população brasileira."

Este texto foi publicado por uma revista de circulação nacional em 1998, pesquisa feita por geneticistas, e que provam que o povo brasileiro tem a cara de todo o mundo.

Portanto antes de cometer um ato de racismo qualquer que seja pense bem, além do mais eu considero este ato uma prova da ignorância e atraso espiritual das pessoas que o cometem.

E minha família está neste caldeirão de raças, pois existe a miscigenação do índio, branco e negro em meu sangue.

 

 

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